O ChatGPT é o motor. A Iris é o carro inteiro construído em volta dele.
Uma IA central que comanda um time de especialistas, lembra de tudo, conhece o seu negócio e faz o trabalho de verdade.
Hoje qualquer um aluga o mesmo motor: a mesma IA está disponível para o mundo inteiro. O que diferencia não é mais ter acesso à inteligência. É o que se constrói em volta dela.
Ninguém compra motor solto. Compra o carro pronto. A inteligência crua é igual para todos; o valor está na operação inteira erguida ao redor.
Falar com uma IA genérica é como contratar um consultor brilhante por hora que começa do zero toda vez. A Iris é o oposto: uma operação que te conhece e entrega.
Lembra de cada conversa, decisão, projeto e preferência. Para sempre, acumulando contexto.
Não só responde. Publica sites, cria campanhas, gera documentos, prospecta e mexe no CRM.
Treinada com a sua operação: marcas, processos, contratos e tom de voz. Nada de respostas genéricas.
Orquestra vários especialistas trabalhando em paralelo. Uma agência inteira de IAs, não um assistente.
Trabalha de madrugada, em paralelo, antecipando o próximo passo antes mesmo de você pedir.
Inteligência, Recursos e Inovações Sistêmicas. Uma sigla que descreve exatamente o que ela é.
O cérebro que entende, decide e coordena toda a operação.
Ferramentas, base de conhecimento e o time de especialistas à disposição.
Tecnologia de ponta aplicada de forma prática ao seu negócio.
Tudo conectado e orquestrado como um sistema vivo, não peças soltas.
A íris é a parte do olho que controla a visão e a percepção. O 360 representa a visão completa, em todas as direções. A Iris é a inteligência que enxerga e coordena a operação inteira, sem ponto cego.
Todos os agentes rodam sobre o mesmo cérebro: o Claude, da Anthropic, uma das IAs mais avançadas do mundo. É a inteligência bruta, igual para todos.
É como um time formado na mesma universidade de ponta, mas cada um fez uma especialização diferente e tem a própria biblioteca. Mesma base, conhecimentos distintos. A Iris e a Juliana rodam no modelo topo de linha; os demais, na mesma família, calibrados para cada função.
O que transforma essa inteligência crua em especialista são cinco camadas em cada agente.
Quem ele é, o tom e a função. O Paulo pensa como dev; o Jonathan, como copywriter.
O que faz, como age e as regras próprias dele.
Os arquivos de estudo da área: documentação, metodologias, tom de voz da marca.
O histórico de conversas e decisões, para manter a continuidade.
O que ele pode executar e qual a potência da IA por trás.
Cada agente tem um dossiê: um documento que define e treina o agente ao mesmo tempo. Montar o dossiê é criar o agente.
Diferente de um humano que estuda durante meses, o agente já chega sabendo: ele lê o dossiê e a base inteira toda vez que é acionado. E é vivo. Quando erra ou aprendemos algo novo, atualizamos o dossiê e ele melhora na hora, sem reestudar. Treinamento contínuo e editável.
É o manual, a biblioteca e o crachá do funcionário, tudo em um só lugar.
Quem é e o que faz.
Como age, tom, regras, o que pode e o que não pode.
A biblioteca dele: documentação, processos e exemplos da área.
O que ele pode executar no mundo real.
A potência da IA por trás, conforme a complexidade.
Uma IA central no comando, uma coordenação e um time de especialistas, cada um com o próprio dossiê, trabalhando em paralelo. Esta é a hierarquia da operação.
Orquestra tudo: recebe a demanda, decide quem executa, aciona o especialista certo, valida e entrega pronto. A visão 360 da operação.
Sub-gerente: coordena o time, o design e os padrões da operação.
Especialistas
Dev full-stack: sistemas, APIs, deploys e correção de bugs.
Copywriter: textos, roteiros e pesquisa de mercado.
Meta Ads: campanhas, criativos e performance.
Gestão de prazos, cronogramas e roadmap da operação.
Gestão do CRM Iris 360 e dos dados da operação.
Prospecção e levantamento de oportunidades.
À frente do time de vendas, qualifica e atende no WhatsApp com método SPIN Selling.
Time de SDRs · Vendas WhatsApp
Cada agente faz o trabalho de um profissional que custaria caro todo mês. Veja o que a operação substitui.
Um time humano completo custaria cerca de R$ 30 mil por mês. A operação entrega esse trabalho com IA, todos os dias, 24 horas por dia.
Toda função repetida do negócio pode virar um agente. Seis passos para colocar um novo especialista no time.
Qual problema ou tarefa repetida ele vai resolver.
Quem ele é, como age, o que pode e o que não pode.
Reunir materiais, processos e exemplos da área dele.
O que ele precisa poder fazer: programar, pesquisar, gerar documentos.
A potência da IA conforme a complexidade da função.
A Iris passa a acioná-lo, e ele é refinado em casos reais até ficar redondo.
Como uma demanda vira resultado, sem você precisar coordenar nada.
Um cliente ou a Kelly traz um pedido, por qualquer canal.
Interpreta a demanda e escolhe qual especialista é o certo para a tarefa.
Com a própria especialidade, base de conhecimento e ferramentas, faz o trabalho.
Confere o resultado, ajusta o que precisa e garante o padrão.
O resultado final chega revisado, sem retrabalho da sua parte.
Da captação à conversão, a operação se coordena sozinha.
O ChatGPT é o motor. A Iris é o carro inteiro. Qualquer um aluga o mesmo motor. Ninguém compra motor solto.
O ChatGPT esquece tudo ao fechar a conversa. A Iris guarda milhares de mensagens, decisões e contexto, para sempre.
O ChatGPT entrega um texto e para. A Iris publica site, cria campanha, mexe no CRM e gera documentos.
O ChatGPT responde igual para o mundo inteiro. A Iris foi alimentada com a sua operação.
No ChatGPT você fala com um generalista. A Iris comanda vários especialistas, cada um com seu dossiê, em paralelo.
O ChatGPT só age quando você pergunta, uma coisa por vez. A Iris roda de madrugada e antecipa o próximo passo.
Conectada aos seus sistemas, com regras próprias: nada destrutivo sem aprovação, com backup. Operação, não chat.
Converse com a Kelly e veja como uma operação de inteligência artificial pode trabalhar pelo seu negócio.
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